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Síndrome Metabólica em Foco: Um Olhar sobre a Saúde dos Nossos Adolescentes

Ação educativa com estudantes dos cursos técnicos.
Ação educativa com estudantes dos cursos técnicos.

A adolescência é uma fase de transformações intensas e decisivas para a saúde na vida adulta. Pensando nisso, desenvolvemos recentemente uma ação estratégica com os alunos dos cursos integrados em Eletroeletrônica e Mecânica do IFSC, campus Joinville, com o objetivo principal de levar conhecimento e esclarecer aos estudantes a importância vital da boa alimentação e da prática regular de exercícios físicos.



Conscientização e Diálogo


Como parte fundamental desta iniciativa, foi realizado um bate-papo muito enriquecedor com os alunos. O foco da conversa foi desmistificar as condições da Síndrome Metabólica — um conjunto de fatores de risco que, muitas vezes, começa silenciosamente na juventude.


Discutimos abertamente as possíveis complicações futuras decorrentes do sedentarismo e da má alimentação, alertando para o risco aumentado de doenças graves, como o Diabetes Mellitus Tipo 2 e o Acidente Vascular Cerebral (AVC).


O engajamento dos alunos demonstrou que a informação é a melhor ferramenta de prevenção!


Análise de Dados: O Perfil das Nossas Turmas


Com o objetivo de traçar um perfil estatístico real e local, fomos além da teoria.

Recolhemos dados antropométricos (idade, peso e altura) dos adolescentes.


A partir dessas informações, realizamos o cálculo e a análise do Índice de Massa Corpórea (IMC) de 124 estudantes.


O que os dados nos mostram?

A análise preliminar dos dados coletados revela um cenário que merece atenção:

  • Maioria Saudável: Felizmente, cerca de 66% dos alunos avaliados encontram-se na faixa Eutrófica (peso adequado), o que demonstra um bom padrão geral de saúde.

  • Sinal de Alerta: No entanto, identificamos que aproximadamente 21% da amostra já apresenta quadros de Sobrepeso ou Obesidade.


Figura 1: Gráfico de pizza com a análise das classificações de risco.
Figura 1: Gráfico de pizza com a análise das classificações de risco.

Figura 2: Gráfico de coluna com a distribuição de frequência do IMC (quantidade de adolescentes x faixa de IMC).
Figura 2: Gráfico de coluna com a distribuição de frequência do IMC (quantidade de adolescentes x faixa de IMC).

Conclusão


Esses números reforçam a importância do nosso projeto de pesquisa. Identificar esses parâmetros precocemente nos permite propor intervenções mais eficazes e incentivar mudanças de hábitos que farão toda a diferença na qualidade de vida desses jovens.


Continuaremos acompanhando e promovendo ações que integrem saúde e educação no ambiente escolar!


Acesse o site do campus clicando no link abaixo e confira a notícia sobre a nossa ação no IFSC Joinville.



 
 
 

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